Antes das férias, Bobsled Brasileiro já inicia próximo ciclo olímpico

Bobsled do Brasil inicia busca por novos pilotos (Divulgação/CBDG)

A temporada do Bobsled e do Skeleton terminou após a disputa dos Jogos Olímpicos de Inverno de PyeongChang, em fevereiro. Entretanto, a equipe brasileira ainda aproveita que algumas pistas estão abertas para iniciar seu planejamento para o próximo ciclo olímpico. Parte da equipe participa de atividades em Lake Placid, nos Estados Unidos, até a primeira semana de abril. 

Mais do que treinamento, o objetivo do Brasil é começar a formar novos pilotos para sua equipe de Bobsled - atualmente, apenas Edson Bindilatti exerce essa função no trenó brasileiro. As atividades acontecerão no Centro Olímpico de Lake Placid, local de treinamento da seleção norte-americana e parceiro da CBDG desde a temporada passada. 

"Minha carreira está acabando, eu tenho consciência disso. Minha ideia é ajudar a formar novos pilotos para o Brasil", comentou Edson Bindilatti em uma matéria que fiz para a Folha de São Paulo durante os Jogos Olímpicos de PyeongChang. 

Neste primeiro momento, as apostas brasileiras são em Erick Vianna, 25 anos, e Marley Linhares, 19. Integrante da equipe nas últimas duas temporadas, Erick irá passar pelo curso de pilotagem em Lake Placid. Marley, por sua vez, já tem experiência em pilotagem por ter participado dos Jogos Olímpicos da Juventude de Inverno e do Mundial Júnior de Bobsled em 2016. 

Além deles, os experientes Odirlei Pessoni e Edson Martins também embarcarão para uma série de treinamentos nos Estados Unidos. Odirlei, que já possui curso de pilotagem e participou de algumas provas neste ciclo olímpico, pretende pilotar mais neste ciclo olímpico. Já Edson Martins será seu parceiro nas duplas. 

Primeiro passo para o skeleton feminino

Além da equipe de bobsled, quem também deverá estar na atividade em Lake Placid são as atletas Nicole Silveira e Marina Tuono, integrantes da equipe feminina de bobsled comandada por Heather Paes e que devem iniciar no skeleton neste ciclo olímpico. A CBDG pretende desenvolver essa modalidade nos próximos anos e as duas competidoras representariam o início do projeto. Caso a ideia avance, elas poderão se transformar nas primeiras atletas de skeleton feminino da história do Brasil. 

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