Bobsled brasileiro conhece pista olímpica de PyeongChang

Erick, Edson Martins e Edson Bindilatti (Reprodução)

Sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018, a cidade sul-coreana de PyeongChang passa por uma maratona de eventos-teste nas diversas modalidades de neve e gelo nesta temporada. A partir desta semana é a vez dos competidores de bobsled e skeleton conhecerem a estrutura olímpica - e a equipe brasileira está entre os visitantes. 

O piloto Edson Bindilatti e os pushers Erick Vianna e Edson Martins chegaram nesta quinta-feira, 2 de março, em PyeongChang. Nesta sexta-feira eles já realizaram a primeira descida na pista do Alpensia Sliding Center, local que vai abrigar as provas de bobsled, skeleton e luge nos Jogos de Inverno de 2018. 

A equipe brasileira de bobsled deve ficar três semanas na cidade olímpica e irão participar de diversos treinos e descidas. O objetivo, claro, é extrair todos os detalhes e informações da pista recém-construída. Atualmente o país ocupa a 17ª posição no ranking internacional do 4-man e a 32ª colocação no 2-man. Isso faz com que o Brasil tenha boas chances de garantir a classificação nas duas categorias. 

Além dos treinos oficiais, PyeongChang sedia a última etapa da Copa do Mundo de Bobsled e Skeleton entre 17 e 19 de março - e o conjunto nacional deve competir nas duplas. O evento encerra a temporada para as duas modalidades. Depois, a partir de outubro deste ano, começa a nova temporada - o período pré-olímpico termina no dia 14 de janeiro de 2018. 

A pista de bobsled está localizada no resort de Alpensia, distrito de PyeongChang. A pista foi construída especialmente para os Jogos e custou US$ 114,5 milhões, divididos entre o Governo Federal e o Governo Municipal. No total, são 2.018 metros de extensão e tem capacidade para receber sete mil espectadores. 

Confira a primeira largada da equipe brasileira de bobsled na pista de PyeongChang:

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