Vida que segue

Aline e Marcelo em ação (WCF/Richard Gray 2014)

Vencer é bom e todo mundo quer, mas nem sempre é possível. Após a primeira vitória na história, o curling brasileiro se encheu de motivação para as partidas restantes. Entretanto, apenas o ânimo renovado não garante triunfo num esporte tão estratégico como este. E mais uma vez a falta de tradição e experiência pesou contra a dupla Marcelo Mello e Aline Gonçalves. 

Na única partida brasileira neste domingo, uma derrota de 13 a 1 para a Finlândia. O resultado já era esperado pela maior qualidade finlandesa. Olhando as estatísticas, percebemos isso: no fim do quarto end a partida já estava 9 a 1 para os adversários. Depois, bastou conduzir os ends seguintes para confirmar a vitória.

Quanto ao Brasil, fica a certeza de que a evolução é boa, mas o caminho ainda é longo e tem muito o que aprender. Jogar contra os melhores, mesmo que sem a mesma tradição, só traz benefícios a longo prazo se o trabalho for conduzido da melhor forma possível. 

Agora é se preparar para as três partidas que restam. Nesta segunda-feira, Marcelo Mello e Aline enfrentam a Letônia, às 4h no horário de Brasília, e o Canadá às 12h30. Na terça, encerra a participação às 7h15 contra a Eslovênia. Com exceção do jogo contra o Canadá, o Brasil já demonstrou que pode jogar de igual para igual. Se conseguir fugir da última posição no grupo nesta estreia internacional, será um feito e tanto para a modalidade por aqui.

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