Líder do ranking

Leandro Ribela durante esta temporada: líder (Reprodução)

Ao longo do ciclo olímpico de 2014 Leandro Ribela focou e se dedicou à disputa de cross-country e, nos últimos meses, às provas de sprint da modalidade. Tudo para chegar na melhor forma física e técnica nos Jogos de Sochi. O reconhecimento de todo o esforço veio nesta semana, com mais uma divulgação da Lista FIS.

O brasileiro é o novo líder do ranking latino na prova de sprint em cross-country. Ele tem 264.83 pontos, à frente do argentino Federico Cichero e do chileno Yonathan Fernandez, seus maiores rivais na América do Sul. No ranking mundial, ele é o 1674º. 

Os números falam por si: Leandro vive grande fase e tem tudo para melhorar o resultado nos Jogos Olímpicos de Inverno. Ele disputará a prova no dia 11 de fevereiro. 

"Fechar o ciclo olímpico como líder do ranking latino americano é uma grande recompensa. Trabalhei quatro anos para ser o melhor que eu pudesse nesta disciplina, atingir o índice olímpico e conseguir levar o Brasil pela primeira vez a uma prova de Sprint em Jogos Olímpicos", comentou o atleta pelo release da CBDN. 

Foram seis quebras de recorde nos últimos anos e a certeza de ter feito a melhor preparação que poderia ter por aqui. É, o brasileiro está pronto para voar em Sochi. 

Mais resultados

Na correria deixei passar dois resultados dos irmãos Tobias e Michel Macedo lá nos Estados Unidos. O primeiro, mais velho, está na sua primeira temporada adulta, enquanto que o segundo segue colecionando medalhas em provas regionais no país norte-americano.

Tanto que numa prova de slalom, no dia 20, Michel conquistou uma medalha de prata em Mt. Spokane. Ele fez o tempo de 1min34seg03, menos de meio segundo atrás do vencedor da prova, Tyler Ellis. Vale lembrar que no dia anterior o brasileirinho conquistou o ouro em outra descida de slalom. 

Dois dias antes, seu irmão Tobias competiu no slalom gigante em Mt Hood Meadows e não teve a mesma sorte. Na segunda descida ele foi o mais rápido, com 1min16seg48, mas como não havia completado a primeira parte da prova, não entrou na classificação final. Uma pena, pois seria medalha na certa. 

Na torcida

Os dias passam e a angústia para saber o futuro de Lais Souza e Josi Santos prossegue. As duas estão no aguardo de realocações para saberem se irão competir, ou não, no esqui aerials nesta edição dos Jogos Olímpicos.

Três delas aconteceram e deixaram as brasileiras na primeira e segunda posição da lista. Qualquer desistência nesta semana coloca pelo menos uma das atletas em Sochi. 

O problema, porém, está justamente aí: achar país que não pretende utilizar suas cotas. A maior expectativa era por conta da atleta suíça Tanja Schaerer, que possuía a vaga, mas se machucou na última etapa. Mas a contusão não era séria e ela estará presente em Sochi. 

Resta torcer para que Ucrânia e Bielorrússia, que enviarão quatro atletas, abram mão de alguma vaga para que o Brasil possa garantir outra classificação inédita nesta edição olímpica.

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