Façanha

Nathan (Divulgação/Bendita Ideia)
Foi, de longe, a melhor participação brasileira em qualquer competição de esqui alpino e em qualquer faixa etária. O Troféu Borrufa terminou nesta quinta-feira e viu o Brasil chegar ao pódio em quatro oportunidades, todas com o mesmo atleta. 

Nathan Alborghetti realmente mostrou porque é uma jovem promessa do país. Das cinco provas que disputou, só não chegou no pódio na estreia. Foram duas medalhas de bronze e uma de prata. Além, é claro, da quarta posição no Super Gigante, a prova que encerrou o campeonato realizado em Andorra e que reúne alguns dos melhores esquiadores infanto-juvenis do mundo.

Ele fez o percurso em 1min04seg07 e ficou menos de um segundo de mais uma medalha. O vencedor foi o chileno Roberto Pirozzi, com 1min02seg76. A prova foi na categoria sub-14.

Mas isso não tira o mérito do grande nome brasileiro nesta temporada. Ele, sozinho, conta com seis medalhas no torneio, graças a outros dois bronzes conquistados no ano passado (o quarto colocado também contabiliza uma medalha). Sua irmã, Esmeralda, ganhou outro bronze em 2011. 

Ela, inclusive, esteve presente na categoria sub-16 e terminou esta última prova na 22ª posição, com o tempo de 1min15seg81, cinco segundos atrás da vencedora Sissi Hinterreitner, da Andorra. Francisco Nobre, outro brasileiro na categoria, foi o 43º com 1min18seg33 - o tcheco Jan Straka venceu o Super Gigante. 

A equipe brasileira (Reprodução/Facebook CBDN)
Juntos, os três renderam 62 pontos para a Seleção Brasileira, que terminou na 13ª posição, na frente de muitos países tradicionais, como Letônia, Polônia e até mesmo Estados Unidos. Porém, ainda tem muito o que melhorar: afinal de contas, os próprios irmãos admitem que querem ficar na frente dos rivais sul-americanos, o que não aconteceu nesta edição do Borrufa. 

O Blog dá os parabéns não só ao Nathan, como também para Esmeralda e Francisco. Os dois irmãos ainda se preparam para a disputa do Topolino e Pinocchio, outras duas competições tradicionais nas categorias de base do esqui alpino. 

Na Itália
Outra promessa, mas que já está virando realidade, competiu nesta quinta-feira na Itália. O jovem Fábio Guglielmini esteve presente na prova de Slalom Gigante em Fondo Grande-Folgaria numa prova internacional FIS. 

O jovem, que treina nos alpes italianos, infelizmente não conseguiu completar a segunda descida e não somou pontos na classificação final. O suíço Reto Schmidiger venceu a prova com o tempo acumulado de 1min57seg72. 

Fábio nem terá tempo para lamentar. Nesta sexta ele disputa o Slalom na mesma prova e a partir da semana que vem será uma das esperanças brasileiras no Mundial de Esqui Alpino, ao lado de Jhonatan Longhi, Maya Harrison e Chiara Marano.

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